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Quarentena e isolamento: diferenças entre ambos e sua importância no combate ao COVID-19

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6 min.

O novo coronavírus, ou COVID-19, está se espalhando pelo planeta. Apesar de ter sintomas parecidos com os de uma gripe, se não tratada, a doença pode levar a um estado extremamente crítico de saúde. Por isso, para evitar que o número de pessoas infectadas aumente, vem sendo recomendada a quarentena — ou o isolamento.

Mas o que é quarentena? Neste texto, vamos ajudar você a entender melhor os motivos para ficar em casa e como isso pode colaborar no combate à doença.

O que é quarentena

A quarentena é uma medida restritiva, do próprio governo de um país, na qual a pessoa é impedida de ir e vir. No Brasil, isso ainda não começou a ser aplicado.

Geralmente, ela é adotada quando não se sabe de onde, nem como, a pessoa infectada obteve o vírus, ou seja, a origem da infecção. “Ela é adotada para que não haja outras áreas do país contaminadas”, informa o Dr. Felipe Folco.

Mas o coronavírus no Brasil não pede quarentena? O médico informa que tudo vai depender da velocidade com que o vírus vai se espalhar pelo país.

Quarentena X isolamento

Existe uma diferença entre quarentena e isolamento. O Dr. Felipe Folco comenta que “embora muitas pessoas estejam em isolamento e venham o chamando de quarentena, é bom a gente apontar essas diferenças.”

Diferente da quarentena, que dura 40 dias, o isolamento dura 14 dias e é uma ação preventiva. Ou seja, a pessoa nem sempre apresenta um sintoma do coronavírus, mas deve se recolher para que não seja infectada e a epidemia não se espalhe.

Se um grande número de pessoas ficar muito doente ao mesmo tempo, isso pode sobrecarregar um hospital ou centro de atendimento e resultar em escassez de leitos, equipamentos ou médicos. Agora, se menos pacientes chegarem ao hospital todos os dias, a chance de ter suprimentos para tratá-los é maior.

“O Ministério da Saúde informa que o isolamento também é indicado quando a pessoa está apenas com suspeitas de contaminação. Esse período de duas semanas é porque se trata do mesmo tempo que o vírus leva para se manifestar no corpo, é o período de mutação da doença”, explica o Dr. Folco.

“Mas, dependendo do caso, esse tempo pode ser estendido”, finaliza o médico. No Brasil, o isolamento ainda não é obrigatório, tratando-se apenas de um ato de proteção.

Recomendações e dicas para quarentena

O médico diz que é importante manter a calma; até mesmo porque o stress e a ansiedade são fatores que podem afetar a nossa imunidade.

“É importante que o sistema de saúde brasileiro leve em consideração a saúde mental das pessoas durante esse período de isolamento. Devido ao medo de contrair a doença e a possível perda financeira por ter que fechar o seu negócio temporariamente, pode haver sintomas de stress e depressão”, diz o Dr. Folco.

O médico recomenda que as pessoas que estejam em quarentena ou isolamento consigam encontrar uma oportunidade de se distrair. “Mesmo aqueles que estão trabalhando de casa, após o expediente, é preciso se distrair como no fim de qualquer dia ou nos fins de semana”, recomenda o doutor.

Sendo assim, tire esse tempo para resolver suas pendências, fazer aquela limpeza pesada na casa, ler, estudar, assistir filmes, conversar e jogar com a família. Para ajudar, diversos artistas, professores de atividades físicas e cursos acadêmicos estão dando aulas e se apresentando on-line. É hora de tirar proveito da internet!

O que é o coronavírus

Os primeiros casos de pessoas internadas pelo coronavírus apareceram em 1937, e foi em 1965 que surgiu o nome “corona”, pelo fato de sua aparência no microscópio parecer com a de uma coroa.

O Dr. Felipe Folco explica que “se trata de uma família de vírus que causa infecção respiratória. A que vivemos hoje é uma mutação de suas versões anteriores chamadas de Alpha coronavírus e Beta coronavírus”.

A transmissão do coronavírus acontece por gotículas respiratórias — por meio de espirros, saliva expelida durante a fala e tosse —, contato com superfícies contaminadas e contato físico com pessoas contaminadas.

Sintomas do coronavírus

Os sintomas do coronavírus são bastante parecidos com os de uma gripe forte. Sendo eles:

  • Febre;
  • Tosse,
  • Dificuldade para respirar.

Caso esses sintomas não sejam tratados, a infecção respiratória pode levar pessoas no grupo de risco ao óbito. Sendo elas:

  • Idosos;
  • Pessoas diabéticas;
  • Pessoas com hipertensão;
  • Quem tem insuficiência renal crônica;
  • Pessoas com doença respiratória crônica,
  • Quem tem doenças cardiovasculares.

Para saber mais sobre o que é coronavírus e seus sintomas, confira esse post!

Previna-se contra o coronavírus

Além da quarentena e do isolamento, a prevenção do coronavírus conta com as seguintes ações:

  • Lavar bem as mãos por 20 segundos até a metade do punho;
  • Utilizar álcool gel 70 % para higienizar as mãos;
  • Sempre cobrir a boca ou nariz com a parte interna do braço, em caso de tosse ou espirro;
  • Evitar multidões como shows e festas;
  • Manter a distância de, ao menos, 1 metro das pessoas;
  • Limpar com álcool, frequentemente, objetos pessoais de uso diário, como o celular,
  • Evitar cumprimentos com abraços, beijos no rosto ou aperto de mão.

Caso você esteja sentindo algum sintoma, o recomendado pela Secretária de Saúde é ir aos hospitais apenas em casos graves, como dificuldade para respirar. Mas o Dr. Felipe Folco aponta para a opção de exames particulares.

“Existem grupos laboratoriais e planos que fazem o exame para detecção do corona até em formato domiciliar. Eles podem ser feitos mediante a solicitação de um médico ou sem. Sendo assim, quem pode se consultar com médicos fora da rede pública encontra uma alternativa”.

Para saber mais sobre exames e outras dicas, continue acompanhando nosso blog. A Comigo Saúde está com você na luta contra o coronavírus!

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