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Saiba como é aplicado o teste de coronavírus e quem pode fazê-lo

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6 min.

Para diferenciar a pandemia mundial da COVID-19 — que em alguns casos pode ser confundida com outras doenças —, cresceu a necessidade de confirmação de seus casos. Para essa identificação, foi desenvolvido o teste de coronavírus, capaz de encontrar a presença da doença no organismo.

No entanto, devido ao número escasso de testes de coronavírus no mercado, não é possível aplicá-los em todos os suspeitos. Para que você consiga entender como eles funcionam e quem pode utilizá-los, a Comigo Saúde preparou este artigo completo sobre a COVID-19.

Qual é o teste de coronavírus aplicado no momento?

Afinal, qual é e como é feito teste do coronavírus? Atualmente são aplicados dois tipos de testes. O primeiro é o RT-PCR, que busca o material genético do vírus por meio de uma análise em laboratório, nas amostras de secreção nasal e da garganta do paciente. Esse processo só pode ser feito em locais especializados e demora cerca de 8 horas para liberar o resultado.

O segundo é um teste rápido que também usa a secreção nasal, da garganta ou amostra de sangue para identificação do coronavírus. O resultado sai em apenas alguns minutos e pode ser feito na própria unidade de saúde.

Qual o nível de precisão dos testes?

“Apesar da agilidade do teste rápido, ele acaba não sendo tão confiável quanto o RT-PCR, que mesmo demorando mais consegue identificar com maior eficiência a presença do vírus”, explica o cardiologista Dr. Rudyney Azevedo. De acordo com o médico, o teste rápido mede dois anticorpos que indicam a presença do coronavírus, a IgM (Imunoglobulina M) e a igG (Imunoglobulina G).

“O primeiro, é considerado um marcador para a fase aguda da doença e começa a ser produzido entre cinco e sete dias após a infecção pelo vírus. Já o segundo, é um anticorpo que permanece circulando mesmo após o fim da fase aguda, indicando que a pessoa está (teoricamente) protegida de futuras infecções provocadas pelo vírus.” Acrescenta.

Portanto, esse tipo de teste depende do tempo do início dos sintomas, e deve ser realizado de maneira ideal, a partir de uma semana do início dos sintomas.

Quem pode fazer o teste de coronavírus?

Atualmente, devido ao alto número de suspeitos e à quantidade reduzida de teste para coronavírus disponível nos hospitais, o Brasil tomou a mesma medida de outros países que passaram pela mesma situação. Isso significa testar apenas os pacientes que possuam os sintomas e façam parte do grupo de risco.

Os demais pacientes que possuem os sintomas, mas não fazem parte do grupo de risco, são medicados, aconselhados a permanecerem em quarentena em casa realizando os cuidados de saúde e, caso haja o agravamento dos sintomas, devem voltar à unidade médica.

“O ideal seria testar todos os pacientes, para se ter uma visão epidemiológica mais abrangente, identificando por exemplo, portadores assintomáticos. Porém, isso causaria um grande atraso nos atendimentos e aumentaria ainda mais o risco de contaminação nos locais de atendimentos”, explica Dr. Rudyney Azevedo.

Quem está no grupo de risco?

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as pessoas que possuem mais riscos de ter um quadro mais grave da doença são os idosos ou pacientes asmáticos e com outras doenças crônicas que afetam rins e pulmões.

Além deles, diabéticos, hipertensos, fumantes, pessoas que possuem baixa imunidade devido a algum tratamento, como quimioterapia ou radioterapia, ou tomem medicações que afetam o sistema de defesas do corpo também estão no grupo.

Quais são os sintomas do coronavírus?

Os sintomas do coronavírus são muito parecidos com uma gripe comum, atingindo cerca de 80% das pessoas com uma evolução benigna. Confira os principais sinais do vírus:

  • Tosse seca;
  • Febre;
  • Dificuldade de respirar;
  • Dor de cabeça;
  • Cansaço,
  • Dor muscular.

Alguns pacientes também podem ter coriza e outros sinais que começam leves e evoluem ao longo do período de contágio. Segundo especialistas, o vírus se mantém ativo no organismo em até 14 dias após o contágio e a manifestação dos sintomas.

Como se proteger do coronavírus?

Assim como o vírus da gripe,o coronavírus se espalha por meio das gotículas infectadas com o vírus (saliva ou secreção nasal), que transmitem a doença para as pessoas que tiverem contato. Por isso, é muito importante manter todos os cuidados com higiene para evitar a proliferação da pandemia. Confira:

  • Sempre que possível, lave suas mãos com água e sabão por, no mínimo, 20 segundos. Caso não consiga, utilize álcool em gel;
  • Ao tossir e espirrar, cubra o nariz e a boca com os ombros, e não com as mãos;
  • Evite locais com aglomeração de pessoas, principalmente se estiver com os sintomas;
  • Mantenha os ambientes sempre ventilados e arejados;
  • Não compartilhe objetos pessoais,
  • Preserve seus cuidados com a saúde e os exames em dia com uma alimentação saudável e equilibrada.

Onde fazer o teste de coronavírus?

Em parceria com a Comigo Saúde, existem vários laboratórios realizando os testes de coronavírus. Os valores variam de R$ 200 a R$ 280. Para mais informações, entre em contato com nossa central de atendimento pelo site da Comigo Saúde ou envie uma mensagem via Whatsapp para o número (11) 95185-8015.

Se preferir, faça o agendamento do exame no site da Comigo Saúde. Agora que você já sabe quais são os testes de coronavírus utilizados e todos os cuidados necessários para prevenção, proteja-se. Aqui, você consegue agendar consultas e exames por um preço acessível cuidando da sua saúde e de seus familiares.

Texto revisado pelo Médico especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Doutor em Ciências da Saúde pela UNIFESP – Escola Paulista de Medicina e Médico do Fleury Medicina e Saúde e do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Dr Rudyney Azevedo, CRM 101.991

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